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Todo o acervo

276 obras
Capa de O Tronco do Ipê

O Tronco do Ipê

José de Alencar · 1871

Romance rural de José de Alencar no vale do Paraíba fluminense. Sob a sombra de um velho ipê, cresce o amor entre Mário e Alice, cercado por um antigo crime e um segredo de família ligado à fazenda de café. Aventura, mistério e vida do campo.

39 faixas · 7h 35min

Capa de A Viuvinha

A Viuvinha

José de Alencar · 1857

Carolina fica viúva na véspera de reencontrar a felicidade, quando o noivo Jorge, arruinado, desaparece fingindo a própria morte para poupá-la da miséria. Anos depois, o reencontro põe à prova a fidelidade e o perdão. Romance romântico e comovente de José de Alencar.

16 faixas · 1h 49min

Capa de Clara dos Anjos

Clara dos Anjos

Lima Barreto · 1922

Clara, filha de um carteiro negro no subúrbio do Rio, é uma moça ingênua seduzida e abandonada pelo malandro branco Cassi Jones. Romance social de Lima Barreto sobre preconceito de raça e classe, e o destino cruel reservado às jovens pobres.

10 faixas · 5h 30min

Capa de O Mulato

O Mulato

Aluísio Azevedo · 1881

O romance que inaugurou o Naturalismo no Brasil. Em São Luís do Maranhão, Raimundo, culto e elegante, ignora ser filho de escrava até que o preconceito racial destrói seu amor por Ana Rosa. Denúncia corajosa do racismo e da hipocrisia provinciana.

19 faixas · 9h 53min

Capa de A Escrava Isaura

A Escrava Isaura

Bernardo Guimarães · 1875

O mais famoso romance abolicionista do Brasil. Isaura é uma escrava culta e de pele branca, criada como senhora, mas perseguida pela obsessão doentia do senhor Leôncio. Sua fuga e luta pela liberdade comoveram gerações e inspiraram novelas. Símbolo literário da campanha contra a escravidão.

22 faixas · 5h 40min

Capa de Numa e a Ninfa

Numa e a Ninfa

Lima Barreto · 1915

Sátira política de Lima Barreto. Numa, deputado medíocre, deve a carreira mais à esposa e aos discursos escritos por outros do que ao próprio talento. Retrato mordaz da vida parlamentar e da falsidade da política na Primeira República.

10 faixas · 6h 11min

Capa de Recordações do Escrivão Isaías Caminha

Recordações do Escrivão Isaías Caminha

Lima Barreto · 1909

Isaías, jovem negro e talentoso do interior, vai ao Rio sonhando ser doutor e esbarra no racismo e no compadrio. Acaba nos bastidores de um grande jornal, onde descobre a corrupção da imprensa. Romance-denúncia semiautobiográfico de Lima Barreto.

14 faixas · 6h 16min

Capa de Bom Crioulo

Bom Crioulo

Adolfo Caminha · 1895

Obra pioneira de Adolfo Caminha. Amaro, marinheiro negro forte e livre, vive uma intensa paixão pelo jovem grumete Aleixo a bordo de um navio de guerra. Primeiro romance brasileiro a tratar abertamente o amor homossexual — corajoso e trágico.

12 faixas · 3h 53min

Capa de Casa de Pensão

Casa de Pensão

Aluísio Azevedo · 1884

Naturalismo de Aluísio Azevedo. O provinciano Amâncio chega ao Rio para estudar e é sugado pela vida de uma casa de pensão, entre seduções e armadilhas sociais que o levam à ruína. Inspirado num crime real da época, retrata o determinismo do meio sobre o indivíduo.

22 faixas · 9h 57min

Capa de A Carne

A Carne

Júlio Ribeiro · 1888

Romance naturalista polêmico de Júlio Ribeiro. Lenita, moça culta e sensual, desafia as convenções ao viver livremente o desejo. Marco do Naturalismo brasileiro por sua abordagem franca da sexualidade feminina, escandalizou a sociedade de 1888.

18 faixas · 5h 17min